Qual a importância da contabilidade no comércio exterior?

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Um dos principais itens analisados para concessão do RADAR é capacidade econômica do contribuinte e a origem dos recursos. Somente com registros contábeis bem elaborados é possível comprovar todo patrimônio e recursos financeiros.

RADAR é a sigla para Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros e consiste em um registro obrigatório para todas as empresas que desejem realizar atividades de importação ou de exportação.

É preciso considerar a importância de manter um prestador de serviço que observe e se mantenha atualizado na legislação vigente e respeite tanto o Normas de Comércio Exterior quanto as Normas de contabilidade a fim de atender às necessidades dos clientes, oferecendo soluções e apoiando no desenvolvimento de bons negócios.

Contabilidade é, certamente, uma das partes mais importantes de qualquer empreendimento, com o ramo de importação não seria diferente. Essa necessidade se dá pela alta complexidade das cargas tributários e ainda outros pontos, tais como valoração de produtos.

Quando falamos de importação, estamos nos referindo diretamente a atividade de trazer produtos de outros países para serem comercializados no mercado brasileiro. Atuar nesse mercado estando com toda a documentação contábil em dia não é uma tarefa nada fácil e necessita sim de uma assessoria especializada.

Essa necessária ajuda faz com que a vida do empresário fique muito mais fácil, pois sabe que o seu negócio está em boas mãos. A fim de tentar deixar esse trabalho um pouco mais claro, vamos discorrer sobre alguns pontos principais da contabilidade para importação que você não pode deixar de saber.

CONTABILIZAÇÃO EM PROCESSO ADUANEIRO

Tanto em processos aduaneiros (de importação) quando no mercado interno alguns pontos são considerados, sendo um dos mais importantes a consideração dos gastos necessários para deixar esses produtos – ou matérias primas – a disposição da empresa. Isso é, qualquer gasto que foi necessário desde o fornecedor até o desembarque em terras tupiniquins.

Dentre esses gastos, podem ser considerados fretes, comissões, taxas pagas a receita federal e outras necessárias durante o transporte. Aqui tem um fato interessante que diz respeito aos impostos recuperáveis, esses não são inseridos no valor do produto – ou valor do curso – mas são inseridos no grupo de impostos a serem recuperados nos ativos circulantes.

 

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